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Distante de outros centros urbanos, no extremo sul do Brasil, a Colônia Itapuã é uma comunidade com hábitos bem característicos. A localidade, que já abrigou 2474 pessoas durante mais de 70 anos de existência, conta com apenas 35 moradores, todos acima de 60 anos. Ninguém gosta de lembrar o que o lugar foi no passado, mesmo que para muitos a lembrança inscreva-se no próprio corpo.

Pórtico

A chegada

Praça

Regras de convivência

Refeitório

questões de gênero

Praia

Relação entre moradores

Hospital

A doença

Cassino

Entretenimento

Casa das irmãs franciscanas

Casa das irmãs franciscanas

Amparo

Filhos separados dos pais

Igreja católica

Casamentos

Igreja evangélica

Vida religiosa, conversão forçada ao catolicismo

Administração da colônia

Estrutura da colônia e história da lepra

Cemitério

Reflexões sobre o futuro

Dona Eva

Residente desde 1959

João Saldanha

Residente desde 1971

João e Theresina

Ele residente desde 1961, ela desde 1970

Elma e Juraci

Residentes desde 1949 e 1958, respectivamente

Marlene e Nair

Residentes desde 1963 e 1956, respectivamente



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O Hospital Colônia Itapuã é subordinado à Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul. Ainda hoje, este é o seu prédio administrativo.

A moeda nacional não podia circular na Colônia, e para as transações comerciais seriam fornecidas moedas e fichas cunhadas especialmente para os internos. Ainda assim, a medida durou pouco: a moeda interna foi extinta em razão do alto índice de falsificações.





Correio do Povo | 08.05.1940